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8.11.13

Especial canais de humor


É claro que o YouTube virou uma grande potência de entretenimento para o público em geral. Agora, não precisamos nos contentar somente com os canais televisivos e sucessivamente, ganhamos canais que, ao meu ver, não poderíamos presenciar nos mesmos. A questão é: podemos nos deliciar com humores inteligentes e livres, onde os artistas podem falar e passar a mensagem que quiser, da forma que quiser, sem nenhum tipo de impedimento.

Começo por um canal que, creio eu, todos conhecem ou pelo menos ouviram falar. Porta dos Fundos é um tipico canal de humor inteligente onde pega vários temas, polêmicos ou não, e forma uma crítica, boa ou ruim, de forma humorística (óbvio), o que deixa tudo mais interessante de se ver e de refletir sobre o assunto.





Outro exemplo desse tipo de canal é o Parafernalha, criado pelo conhecido Felipe Neto após seu sucesso com seu canal Não Faz Sentido.



Claro que não poderia deixar de citar o canal da Cia Barbixas de Humor, onde eles mostram os shows humorísticos que fazem pelo Brasil. Seu espetáculo de mais sucesso é o Improvável, no qual eles improvisam uma cena se baseando nas ideias da plateia.



Mesmo não sendo um canal especificamente de humor, dou muitas gargalhadas vendo as notícias de Cauê Moura no seu canal Desce a Letra. Cauê começou fazendo vídeos sobre um assunto especifico e mais tarde inovou e fez um programa informativo em seu canal.




Bom, até agora falei somente dos canais mais famosos do YT. Por indicação do meu amigo, conheci um canal que está no ar a dois meses, porém pode ser comparado com qualquer um dos que citei anteriormente, uma palhinha do canal NOMEGusta.


6.11.13

Música - Top 5 bandas Indie



Arctic Monkeys é uma banda britânica de Indie Rock formada em 2002 no subúrbios de Sheffield, Inglaterra. Atualmente seus integrantes são Alex Turner (vocal e guitarra), Jamie Cook (guitarra), Nick O’Malley (baixo) e Matt Helders (bateria e vocal de apoio).





The Kooks é uma banda britânica de indie rock formada em Brighton em 2004. A banda foi formada no colégio onde todos estudavam, Hoover High School. O vocalista e guitarrista Luke Pritchard e o baixista Max Rafferty formaram a base da banda enquanto estavam envolvidos em projeto da escola. Mais tarde, entram o guitarrista Hugh Harris e o baterista Paul Garred.





The Strokes é uma banda de indie rock formada em 1998 em Nova Iorque, Estados Unidos. Eles alcançaram grande notoriedade nos primeiros anos da década de 2000 como líderes do movimento de garage rock revival. Os membros da banda são Julian Casablancas (vocais), Nick Valensi (guitarra), Albert Hammond, Jr. (guitarra), Nikolai Fraiture (baixo) e Fabrizio Moretti (bateria e percussão).




Jake Bugg é um cantor e compositor britânico que lançou em 15 de outubro de 2012 o seu álbum de estreia, o epônimo Jake Bugg, que estreou na primeira posição da tabela de álbuns britânica, a UK Albums Chart. Começou a tocar guitarra aos 12 anos e actuou no Glastonbury Festival 2011, da BBC, aos 17.



Miles Kane é um músico inglês, mais conhecido como o co-fundador do The Last Shadow Puppets e ex-vocalista do The Rascals. Ele era vocalista e guitarrista principal do The Rascals, mas anunciou a separação da banda em Agosto de 2009.

20.9.13

Top 3 livros: Pretos



Hello sweetie!

Sempre quando estamos começando algo da um nervosismo e normalmente ficamos meio perdidos de inicio, bem, é como estou me sentindo agora. Porém, isso não me impede de ter algumas ideias, mesmo que não sejam tão inovadoras, - quero dizer nem um pouco - vale a pena ter alguns entretenimentos para variar (o até então pouco conteúdo).

Visando isso, trago um Top 3 de livros com o tema Pretos. Escolhi entre alguns dos meus primeiros livros, capas mais voltadas para o preto para avalia-las junto a vocês.


fallen
1. Fallen - Lauren Kate.
Um dos meus queridinhos (se não, O queridinho.) Fallen é um exemplo típico do abuso de tom escuro. Todos as capas da Lauren são simplesmente impecáveis e chama a atenção inicial por isso. A capa combina demais com a história o que te faz dar uma parada na leitura quando percebe isso só para observar. Ele tem um textura aveludada e gostosa na capa o que o deixa ainda mais interessante.
Em suas primeiras semanas aqui no Brasil ele já tinha conquistado os destaques das prateleiras das maiores livrarias do país dando jus a linda e intrigante história que contém nele.
Breve pretendo fazer uma resenha sobre ele aqui (sei que é meio tarde, mas vale a pena ter meu queridinho resenhado aqui).






2. Wake - Lisa McMann.
Gostei muito da mistura de lilás (mais para roxo) com o preto. Combinou muito com a história pois ao vê-lo pela primeira vez ele me passou um ar de suspense. Lembro que quando era pequena minha avó me ensinou a ler as capas - não só as capas, anúncios em geral também. - e desde então sempre faço isso quando compro/vejo um livro novo. Por esse motivo que odeio quando compro o livro esperando uma coisa e encontro outra, mesmo que a história tenha sido boa, acho importante que a arte da capa seja compatível com a história, afinal, o que custa ler o livro antes de fazer a arte? Brincadeiras a parte, voltemos ao foco. Uma coisa que não me agradou muito na capa foi a forma que colocaram o nome, a fonte está ótima, porém esse "sombreado" incomoda, principalmente pelo fato dele estar em todos os títulos dos capítulos assim.
Wake tem muito do suspense que me transmitiu e agradou perante as expectativas que criei antes de compra-lo. Apesar de eu achar que Lisa perdeu totalmente o foco no terceiro livro, é uma trilogia que sempre recomendo.




3. Jogos Voravez - Suzanne Collins.
Apesar da capa ser extremamente simples, ela me agrada muito. Não só por conter o simbolo da história, mas pelo fato de que só isso basta para chamar a sua atenção, até mesmo aquele que não conhece o real significado do mesmo (o que eu acho difícil, pois é história é muito popular e reconhecida).
Sem ter muito o que dizer sobre a capa, a história criada por Suzanne é capaz de preder qualquer um, afinal levar crianças e adolescentes para uma arena para se matarem em nome do estado, Capital no caso, é uma coisa que te faz pensar e indignar-se. Ela soube levar a história até o fim, sem perder o foco e isso o que mais me conquistou no livro, além da construção da personagem Katniss que achei maravilhosa.
Também pretendo fazer uma resenha de Jogos Vorazes e de todos os meus queridinhos, mesmo que já estejam fora do auge.


Espero que tenham gostado!

Xo, thaly.